Após o falecimento de Ozzy Osbourne em julho, aos 75 anos, um de seus últimos desejos foi respeitosamente atendido por sua esposa, Sharon Osbourne. O icônico vocalista do Black Sabbath, que sempre expressou o anseio de ser sepultado nos jardins de sua residência em Buckinghamshire, Inglaterra, agora descansa sob uma macieira silvestre. Conforme detalhado em sua autobiografia de 2009, I Am Ozzy, seu desejo era simples e profundo: ser colocado no chão, em um belo jardim, com uma árvore sobre a minha cabeça.
Sharon, sua companheira por mais de quatro décadas, garantiu que a vontade de Ozzy fosse cumprida. No entanto, este ato de amor trouxe consigo um penoso dilema. Atualmente, ela se vê dividida entre permanecer no Reino Unido, perto do local de descanso de seu eterno parceiro, ou retornar para Los Angeles, nos Estados Unidos, onde reside o restante de sua família. A decisão envolve estar fisicamente próxima de suas memórias com Ozzy ou buscar o consolo junto aos seus três filhos, Aimee, Jack e Kelly, e seus cinco netos, que vivem em solo americano.
Fontes próximas à família, em relatos publicados pelo jornal Mirror, revelam que Sharon está profundamente abalada e enfrenta um sentimento de solidão avassalador. A base familiar, com a rotina de seus filhos e netos estabelecida nos Estados Unidos, representa um forte apelo para seu retorno. Contudo, a ideia de se afastar do local onde Ozzy repousa é igualmente dolorosa. Esta encruzilhada emocional, após uma vida inteira compartilhada entre os dois países, definirá não apenas seu futuro, mas também a maneira como ela vivenciará o luto pela perda de seu marido.






